A Fundação Calouste Gulbenkian acolhe no dia 24 de outubro a apresentação da 4ª coleção dos livros ‘Meninos Especiais’, promovida pela Associação Pais-em-Rede.
Até 15 de setembro, em Arroios, todos os dias mais de sessenta livros serão deixados em bancos de jardim, esplanadas ou até piscinas.
Hoje, pelas 18 horas, será lançado pela CASES, a Fundação Montepio e Tinta-da-china, no espaço atmosfera m, em Lisboa, o livro “Cooperação e Solidariedade – Uma história da Economia Social”, de Álvaro Garrido.
No próximo dia 27 de maio, Bento Amaral, irá apresentar o seu livro de estreia SobreViver, editado pela Sinais de Fogo, contando com a apresentação de Laurinda Alves.
Será lançado na próxima semana o livro “Positividade – Intervenção com Pessoas Idosas”, que se pretende assumir como uma ferramenta prática para a promoção de um envelhecimento mais ativo e positivo, uma obra dirigida sobretudo aos profissionais que diariamente trabalham com pessoas idosas e investem na promoção do seu bem-estar e na melhoria da sua qualidade de vida.
O lançamento do livro “O Dom do Dinis” realiza-se a 30 de abril na sala de Âmbito Cultural, do El Corte Inglês de Lisboa, pelas 18h. O livro, editado pela Alphabetum Edições, conta, na primeira pessoa, a luta dos pais de um menino portador de uma doença rara e única em Portugal, que desafiam o mundo e a ciência para dar uma melhor qualidade de vida ao filho.
sobre Livros - Building Social Business (Construir Negócios Sociais) de Muhammad Yunus, with Karl Weber Muhammad Yunus é o pai do Microcrédito, Prémio Nobel da Paz em 2006, fundador do Grameen Bank e de muitas outras empresas comprometidas com a causa de erradicar a pobreza no mundo. No seu livro “Building Social Businss”, Yunus continua a defesa de uma revisão da noção de capitalismo, já avançada em “Creating a World Without Poverty”, com a incorporação da noção de “negócio social”. Não incita ao desaparecimento das empresas, antes desafia à constituição, em paralelo, de negócios sociais. Aos alunos do Bangladesh que beneficiam de bolsas de estudo ele pede que não procurem emprego quando terminarem o seus cursos, mas que criem empresas sociais e dêem empregos a outros.
A actual crise obriga a passar do crescimento quantitativo para o desenvolvimento humanista - referiu D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, no lançamento do livro «O que sabemos sobre a pobreza», editado pela «Vida Económica». «Este livro não aparece por acaso» - disse o Bispo do Porto. Segundo referiu, o combate à pobreza não é apenas uma questão de recursos, devendo ser dada prioridade á dignidade humana. A acção deve passar pela colectividade, pela prossecução do bem comum e pela lógica de subsidiariedade com as pessoas. O papel da educação é fundamental. «Quem nasce deseducado dificilmente se educa» - afirmou. Para D. Manuel Clemente, o modelo de desenvolvimento actual que parecia incontestável encontra rupturas estruturais e não meramente conjunturais. Encontramos o mesmo tipo de reflexões humanistas em períodos onde não podiam deixar de existir. Como exemplo, o Bispo do Porto referiu a transição da Idade Média para a Idade Moderna nos séculos XIII e XIV, altura em que foram criados os montepios. Outro período importante é o da Revolução Industrial que em Portugal só surgiu mais tarde já no século XX, obrigando a uma reflexão não só social mas também económica. Para D. Manuel Clemente, o livro agora lançado tem o mérito de contribuir para este debate. Actualmente, a visão produtivista está claramente posta em causa, não se devendo fechar os olhos a esta questão.