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Cancro da Mama. Fique atento, cuide de si

24/10/2020 | Fernanda Cerqueira

O diagnóstico precoce é fundamental para um melhor prognóstico da doença. O diagnóstico precoce é fundamental para um melhor prognóstico da doença.

Em outubro celebra-se o mês internacional de prevenção do cancro da mama. O movimento conhecido como ‘Outubro Rosa’ (Pink October, no original) nasceu nos Estados Unidos, na década de 90, num esforço de sensibilizar, homens e mulheres, da importância da prevenção no combate ao cancro da mama.

Com efeito, o diagnóstico precoce do cancro da mama, antes de surgirem quaisquer sinais ou sintomas, é fundamental pois aumenta a probabilidade de o tratamento ser mais eficaz e, em consequência, possibilitar um melhor prognóstico da doença. Para além de diminuir a mortalidade, o diagnóstico precoce poderá em alguns casos evitar cirurgias mutilantes e o uso de quimioterapia.

Para a deteção precoce do cancro da mama, é recomendado que a partir de uma determinada idade, geralmente entre os 40 e os 50 anos, as mulheres façam uma mamografia anual ou de dois em dois anos.  A idade exata para o início deste exame e a sua periodicidade devem ser decididas caso a caso de acordo com a orientação do seu médico.

Para além da mamografia, as medidas de deteção precoce da doença incluem ainda o autoexame da mama e o exame clínico da mama efetuado pelo seu médico. O autoexame da mama é fundamental! Deve ser feito uma vez por mês, sendo a melhor altura a semana a seguir ao período menstrual.

Para aprender a fazer o autoexame da mama clique AQUI.

Números que falam por si

De acordo com os números apresentados pela Liga Portuguesa contra o Cancro «atualmente em Portugal com uma população feminina de 5 milhões, surgem 6000 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja, 11 novos casos por dia, morrendo por dia 4 mulheres com esta doença». O cancro da mama afeta principalmente mulheres mais velhas, a maioria dos pacientes tem mais de 50 anos, embora cerca de 1 em cada 5 cancros da mama sejam diagnosticados antes dos 50 anos. Nos homens é raro e representa cerca de 1% de todos os casos de cancro da mama.

Fique atento, cuide de si!

 

Adaptado de ‘Cancro da Mama’, uma publicação dos Hospitais CUF. E Liga Portuguesa Contra o Cancro.